Natação

Na natação, são disputadas provas de nado crawl (livre), costas, peito, borboleta e medley (prova com os quatro estilos). Para isso, os atletas são submetidos à classificação esportiva (funcional – para atletas com deficiência física –, visual e intelectual) para serem enquadrados em classes de disputa e, assim, poderem participar das competições.

Os atletas com menor grau de funcionalidade física podem realizar a largada de dentro da água, em vez de saltar do bloco, e/ou ter auxílio de um staff. Este por sua vez apenas auxilia o atleta na transferência da cadeira para o bloco ou o equilibra. É proibido qualquer tipo de impulso.

Já os nadadores com deficiência visual recebem o auxílio do tapper, por meio de um bastão com ponta de espuma e que sinaliza ao esportista a proximidade das bordas para que ele possa realizar a virada ou a chegada no término da prova. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco.

No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e, internacionalmente, pela WPS (World Para Swimming), braço do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês). A natação é a segunda modalidade em que o Brasil mais conquistou medalhas na história dos Jogos Paralímpicos com 125 pódios, atrás apenas do atletismo. O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro com 26 láureas, marca que também lhe rendeu o título de maior nadador paralímpico no masculino.

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